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segunda-feira, 6 de abril de 2009

É real. É possivel

Não deixe sua chama se apagar com a indiferença. Nas duvidas, sem esperança do ainda, do agora não.
Não permita que o herói na sua alma padeça frustrado e solitário com a vida que ele merecia, mas nunca foi capaz de alcançar. Podemos alcançar o mundo que desejamos. Ele existe. É real. É possível. É seu.

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Devemos andar sempre bêbados. É a única solução.
Para não sentir o fardo do tempo. Que despedaça os ombros e verga para a terra, devemos nos embriagar sem cessar.
Mas com quê? Com vinho, com poesia ou com a virtude, a teu gosto. Mas te embriaga.

terça-feira, 24 de março de 2009

mudando o mundo

- cara, tá foda. não se tem homem nesse mundo.
- claro que tem. não existe um pé sem sapato. se só tem que aprender a se amar primeiro...

E aí eu fiquei pensando que apaixonar-se por si mesmo pode ser uma trajetória das mais interessantes, ou não. Tudo depende de como vamos olhar para dentro, se com olhar de Hitler que faz da palavra ordem, repressão, ou se com olhar de mãe. Porque mãe é conhecedora exímia de cada um de nossos defeitos e é capaz de apontá-los para que nos tornemos pessoas melhores.

Não entendo o porquê do temor da solidão. Não digo solidão perpétua da imposição de assim ter que ser. Digo da solidão opção, de estar consigo mesmo porque nada nem ninguém é melhor companhia para si do que nós mesmos. Fico pensando que, talvez a explicação esteja na sociedade em que vivemos onde tudo é consumo. Onde consumimos o tempo de qualquer maneira (produtiva ou não) para não lidar com o vazio. É o ipod para as aulas de musculação e não evitar aqueles momentos de silêncio total. Mas garanto que meu bisavô não tinha um ipod e se virava muito bem nas suas aulas.

O que se perde aqui é que, também o vazio, pode ser na maioria das vezes construtivo. Porque ele traz a tona o que estava ali pedindo para ser assimilado. Enxergar o que precisa ser visto pode ser trabalhoso.

Dizem que o sofrimento é opcional. E acabo de acreditar que a dor também pode ser. Porque muitas vezes vivemos dores que não são nossas. Das culpas, dos medos, das transferências, das marcas. Muitas vezes optamos pelo caminho da dor porque assim fomos criados, assim nos foi imposto pela sociedade judaico, cristã, que acredita que grandes vitórias requerem alguns sacrifícios. Já começa errado daí. Porque não fazer do caminho um lugar prazeroso de se habitar?

Não entendo muito bem essa coisa de que os fins justificam os meios. Na maioria da vezes ficamos tão presos ao objetivo final que nos esquecemos de celebrar as pequenas conquistas. Parto do pressuposto que a vida deve, sim, ser comemorada. Não dizem que a guerra é feita de pequenas batalhas? Então, porque não comemorar a vitória das pequenas batalhas que travamos a cada dia com os outros e com nós mesmos?

Por que não colorir e viver sempre em sépia? Ando pensando nessas sutilezas diariamente. De menos, bem menos. Porque caminhar mais leve é sempre bem mais agradável. Difícil livrar-se do que não serve mais. Creio eu, que ao longo de nossas vidas vamos preenchendo nossas mochilas com aquilo que julgamos ser necessário, e muitas das coisas, de fato, são. Mas, uma hora a gente cresce e aquele casaco fica pequeno. Mas o casaco era tão bonito, e já vivi tantas coisas boas vestindo ele. E nesse instante, a coragem de doá-lo para outra pessoa, que com certeza, nesse momento faria melhor uso dele vai para o ralo. E ali ele fica. Guardado na mochila. Sem função.

Acho que assim também são os sentimentos. Muitas vezes guardamos a sete chaves emoções que já não cabem mais no atual momento só porque um dia foi bom. O que esquecemos é que não se vive de foi e sim de é.

Por esse motivo, de tempos em tempos faço a limpa no armário e o que não me serve mais, dou. Para alguém que certamente fará melhor uso que eu. Para alguém que vá saber dar o exato valor daquilo que para mim já deixou de ter. E nós nunca perdemos as coisas, elas só mudam, vão viver em outro lugar.

Seria tão mais fácil se o processo do desapego não tivesse que ser doído e pudesse ser curtido com todos os seus sabores, até o sabor da saudade. Porque se algo deixa saudade é porque por algum instante, por menor que ele seja, foi bom. E se foi bom porque esquecer? Não reviver, apenas deixar guardado em um lugar em que se possa visitar.

Penso nisso a cada vez que volto ai, naquele dia em que eu tinha certeza de que era amor. O que eu não sabia é que seria tão inesquecível, apesar das tantas e imensas coisas que vivemos. E você sempre me diz tanto com o seu silêncio, com o seu sorriso. Porque sempre foi tão real que nem o tempo, nem as mudanças foram capazes de apagar...


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meu quero agradecer a todos que pararam um segundo, ou muitos do seu dia pra me ajudar ontem. graças a deus, deu tempo de entregar tudo certinho! valeu mesmo

terça-feira, 17 de março de 2009

tube day

Volta Clô





St.Patrick´s day



um pra rir e outro pra chorar...
ou os dois pra rir ou os dois para chocar

segunda-feira, 16 de março de 2009

o mundo não passa de uma revista chata

Crítica de dois filmes, indicação de três livros, ótimas músicas para baixar, fofocas e últimos trabalhos importantes, alguns clichês, a personalidade do momento, uma sessão de piadinhas, dicas de comportamento pra não afugentar o próximo e a crônica final: um relato pessoal cheio de trocadilhos e “pseudos” momentos de alma. Qualquer amigo, qualquer almoço, qualquer telefonema, qualquer encontro de galera animada, qualquer papo virtual, qualquer café com alguém cabeça, se parece com qualquer revista chata. Uns são Nova e outros Bravo. Mas não passam de papel com brilho. Viram lixo na semana seguinte, na hora de pintar as paredes ou o Rô mijar.
Todo e qualquer ser humano cheio de ideias não passa de um jornalista mala em começo de carreira querendo montar uma revista sensacional e inédita que o mundo inteiro já montou. Tá todo mundo falando, falando, falando a mesma coisa de sempre. Do mesmo jeito de sempre. E comendo as mesmas garotas de sempre. Com a ressaca de sempre. Com a vontade de morrer de sempre. E a breja melhorando a vida por alguns segundos depois da massa ruim de microondas ou da rebarba de gordura na carne.
As regras do jornalismo. Sempre as datas, lugares e filiações. Sempre os sonhos pra daqui dez e há dez. Sempre os personagens simples das esquinas e a necessidade povo de ser. Até o ônibus te fechar e o Hitler "baixar" em você. Isso ninguém publica ou fala. Igual, igual, igual.
Um lugar pra chamar de seu. A mina da vez. Mil lugares pra se matar antes de morrer. A volta por cima. Ele veio pra ficar. O mundo é uma revista chata e igual.
A banca de jornal tem cara de boteco cheio na Vila Madalena. Uma solidão profunda. Mil assuntos gritados egoicamente e todo mundo se perguntando em silêncio se já pode ir embora sem parecer um maluco que fica em casa fritando a cabeça. As gordas gostosas usando frutas pelo corpo e encantando os super bem sucedidos profissionais assistentes de firma falida.
A VIP nem colunista tem mais. E infinitas mesas de cariocas ultra felizes ainda que mais da metade ali nunca tenha pisado no Rio e só acha bonito fazer chiados ou falar garçom com sotaque menos caipira.
Bancas de jornais, com as revistas penduradas pra fora, voando um pouco pelas laterais, quase no seu colo, “splashs” implorando pra serem levados, tudo grita, uma explosão de cor que acaba num cinza amorfo. Cadeiras pra fora dos botecos. Tudo igual. Um segundo ali e você acaba comprando um assunto chato pra se distrair, ocupar os dedos folheando e não beliscando o centro do peito como a tal da ave que comia um fígado. O fingimento da não angústia compartilhada chega tão perto da alegria que a coisa volta pra você numa tristeza ainda pior. Coxinha com bebida mesa capenga e elogio falso. Azia arrependida mas melhor que o oco. Qualquer merda dentro da gente é melhor do que o nada. Vomitar o nada seria conhecer um universo paralelo que nem dá pra passar pelo pensamento. Então vomitemos coxinhas. Moça bonita na capa, na lata de lixo. Chorume na coluna do psiquiatra das estrelas. Chato, chato, chato. Por isso, e só por isso, ainda insisto na amizade com esquire, livre de parecer ou ser ou se sentir qualquer coisa, fala de pum. Ao resto das revistas todas, dedico breves encontros enquanto estou cagando.

quinta-feira, 12 de março de 2009

aula de antropologia II

*vejo a professora espremida na porta, cheia de coisas*
-opa, deixe-me ajudar à senhora. *corro e começo a pegar as coisas. Deixo uma mala de viagem na porta*
Seninha: - Ow, me pega ai que eu fiquei na porta.
*observo um esqueleto miniatura em cima da mala e o pego trazendo para o meio da sala. Logo após isso a professora sai*
- bom, vamos começar nossa aula de antropologia. *fazendo cara de culto* pelo tamanho da bacia percebemos que se trata de um homem e que sua ferramenta de trabalho era avantajada.
*gargalhadas*
Cris: - Porque isso, professora teresa?
- Da para saber por esse osso *apontando para o cóccix* se ele é grande, o ... é grande.
*professora entra na sala*
Prof: - LARGA O JOHNNY, BRUNO.
-Tá vendo? É um menino, eu tava certo. Sou um ÓTIMO antropólogo.
Prof: - Vamos começar a aula de anatomia.
Careca: - Anatomia? A senhora tá na sala errada. Aqui não é curso de medicina, é de antropologia.
Prof:- QUÊ?
Careca: - Pergunta pra teresa!

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

conversas de uma festa nada legal

b: - MAS ELA QUER MORRER
m: - nao quer nada. fala q eu nao posso assumir vc, pq vc eh um menino mt caro. se nao, eu ate pegava
b: - pegava? huum* mas ela disse que você pode assumir, q meu pai manda mesada. e ai ela fica mais sussa! vai distribuir agora o cachorro e minha avó.
m: - naooo, mas eu vou ficar mt tristeee se ela morrer e eu nao posso ficar triste.
b: - hum* não seria eu que deveria estar sendo consolado? mas ela não vai morrer...
m: - seria, mas aeeeeeeeee
b: - nois nao vai deixar ela se operar, ne ?
m: - só por cima do nosso cadaver
b: - calaaro!!! se nao perderemos nosso exemplo e nao poderemos falar q quando ficarmos velhos queremos ser q nem ela
m: - estamos em guerra contra a operação.
b: - totalmente. iremos fazer paceatas, q tal?
m: - calma é verdade. eu me inspiro nela!
b: - pô eu tambem!
m: - eh meu exemplo de mae
b: - que retardado! HUAHAUAHUAHUAHAUHAUAHUA acho q ela vai te assumir e vc me assume, ai ela eh sua mãe e minha vó
m: - huahuahuahuahua seria bom, me pouparia 9 meses e mais 22 anos
b: - tá vendo? sem contar q o pacote ja ta pronto! tu so pega quando eu terminar a nova facul, q ai da menos trabalho
m: - issooooo
b: - aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah otimo plano achei


MENTIRA!
se o mano virar meu pai/mãe não vai dar certo!
hUAHUAHUAHAUAHUAHUAHAUHAUHAUAHA mas depois de tanto tempo, foi bom te ver!
dar risada e falar as msm merdas q falavamos antes