segunda-feira, 26 de julho de 2010

Aniversario...

Por que quando é seu aniversario as pessoas sempre acham que tem que se declarar para você?
Eu acho que elas pensam: "Eu não tenho dinheiro para te comprar um presente, esse ano, então te arrumei uma namorada. Eu mesma."

TSC TSC TSC!

sábado, 17 de julho de 2010

eu + ela = (cadê) você

Não adianta. Eu ando brincando de casinha com ela. Fazendo todas as coisas que eu havia programado para a gente. E bem no nosso mês. Isso me machuca. Me faz lembrar você e toda vez quando coloco a cabeça no travesseiro pergunto se está me vendo e desaprovando tudo isso.
É difícil fingir que estou bem, que não sinto sua falta. Eu quero me permitir sentir sua falta, chegar em casa a noite e chorar porque sei que não estará lá comigo. E não chegar e encontra-la. Não é que eu não goste dela, mas também não amo tanto assim.
Eu quero poder me deitar na cama, cansado e afagar seus cabelos loiros enquanto sua respiração leve bate no meu peito. Eu quero poder entrelaçar meus dedos nos seus e sentir que eles se encaixam perfeitamente. Eu quero...é eu sempre continuo querendo e nunca tendo. E pior que nunca vou ter.
Então, essa noite quando eu fechar meus olhos, me deixa eu ter tudo o que eu tenho desejado desde quando você me deixou? Me deixa viver a minha vida? Por que eu tenho esperado por esse dia, mas ele parece distante. Mesmo que eu me afirme que cada dia tá mais próximo....
Por favor, nesta noite realize todos os meus desejos e que você seja minha para sempre.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

da mudança

e após 2 meses, ele abriu a porta e foi embora. ainda estava confuso ou talvez um pouco bêbado. não queria pensar em consequências. sua vida inteira foi planeada para o acaso. queria parar de chorar. como exigir compreensão de uma desconhecida? sentiu-se sozinho e teve saudade. saudade faz lembrar que caminhamos lado a lado. apertou-se contra o peito, a desconhecida também era desiludida. quis abraçá-lo. o mundo girava devagar. a chuva caia doída, estilhaços d'água continuavam machucando, mas ainda assim ele sorria. as coisas são como são. e ele era pedaços. fragmentos de estórias de uma vida, na sua maioria, inventada. atravessou a rua, tirou os sapatos, pensamentos e deixou levar.
Se pudesse voltar no tempo, você ainda seria minha...

sábado, 3 de abril de 2010

a essa altura era suposto

A essa altura era suposto eu olhar para você e ver amor. Era para eu achar seus bilhetes surpresas, suas declarações e presentes as melhores coisas do mundo. Olhar em seus olhos e não conseguiria ver mais nada, só eles. A essa altura era suposto que falar eu te amo, fosse uma coisa fácil. Que ir te encontrar fosse algo que acontecesse naturalmente e não que me fizesse pensar e repensar, com varias pausas e o “tenho mesmo que ir?” no meio delas. A essa altura segurar sua mão tinha que ser um ato natural e não algo pensado e calculado para ocorrer no momento certo. Como os presentes que deveria te dar, por simplesmente te dar e não porque é uma data comemorativa. Até seu cheiro que às vezes fica no meu corpo ou no meu quarto, me incomodam. Então eu paro e me pergunto o que estou fazendo, afinal você é perfeita... E o mundo me responde que sim você é perfeita, só não perfeita pra mim.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

agora que descobri, você está ferrado bruninho. o que é uma mulher perfeita para ti?

SAI FORA CARRAPATO! LARGA DO MEU PÉ!AUAHAUHAUAHAUA
É aquela que quando vc faz besteira, ela te olha e te destroi um um olhar! É os olhos são poderosos!

Pergunta, que é de graça!

segunda-feira, 29 de março de 2010

Vc gosta do seu amigo Dan? O q pensa desse gatinho?

Não gosto. AMO!!! Ele é um cara foda, daqueles que para o que precisar ele vai estar do meu lado sempre! Obrigado por existir MIGUXAO

Pergunta, que é de graça!

sexta-feira, 26 de março de 2010

formspring.me

Pergunta, que é de graça! http://formspring.me/sonhoextraviado

domingo, 21 de março de 2010

Venha vida! Venha!

Está tudo uma merda e a cada dia só piora. Os problemas só aumentam...mas eu to abrindo meus braços, deixando o vento bater no rosto e berrando: Venha vida! Eu e minha familia somos mais fortes que tudo isso! Venha!

Até porque tem uma altura do ano que eu sempre lembro de você...

Sonhei você num daqueles sonhos de perfume e o teu cheiro me invadiu a lembrança. Permiti que esta vagasse para o passado, perambulando pelos cantos que chamávamos felicidade e me enchi de riso tímido, durante o sono. O vento quem trouxe teu aroma para dentro do meu quarto e fechei as janelas e portas para que você durasse o maior tempo possível. Enjoado do cheiro doce que é você, deixei que o vento voltasse, te pegasse pelas mãos e saísse, noite afora, viajando sozinha nessa noite de manto azul e estrelas nenhuma.

Embora tenhas se dissipado quase inteira, uma réstia de cheiro teu impregnou-se nas paredes brancas de meu quarto e fui tomado por uma dor de cabeça interminável. Sentei na berrada da cama, observando o laranja da luz se precipitar pela janela e recordando de outra luz amarela que brilhava em noites sem lua. Quis levantar, pegar uma caneta preta e rabiscar no concreto um nome, uma frase, um poema. Deixar letras impressas junto ao cheiro teu, uma noite nossa e sem presença sequer, como todas as outras.

Deitei a cabeça no travesseiro e ansiei dormir. Quando o peito arde em chamas, o sono apaga todo o calor da dor que pulsa, anestesiando pouco a pouca, na medida que o sangue circula. Aquece. Esfria. Acalma. As pálpebras são as últimas a aquietarem-se. Relutam pela escuridão, querem mais e mais o sol da meia-noite, as estrelas roubadas, a cor azul do céu preto e os faróis, a irritar os olhos. Enfim, deitam-se. Permitem a minha frágil respiração entregar-se ao sono, mergulhar na escuridão de falsa tranqüilidade, deixando-me a nadar no cheiro da lembrança tua, embalando-me todo resto de noite.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Do dia que nos conhecemos, ao que somos hoje

Observei você dançar quase a noite toda. Teus olhos fechados, tua mão envolta em um copo longo de vidro e teu corpo ritmado com a batida que tocava em volta. A música te abraçava. E me inebriava o modo como vocês duas pareciam pertencer uma à outra. Pensei que, se pudesse ouvi-lo, teu coração estaria pulsando, louco, no mesmo ritmo acelerado, harmonicamente em sintonia com a batida que soava ao fundo. Havia uma perfeição irrisória contornando a cena e eu absorvi tudo com o máximo de detalhes que pude. Quis te absorver para dentro de mim, pequena, quis te ter pulsando em mim, tal como a música pulsava em ti.



De olhos fechados, tu sorrias para os pensamentos que não pertenciam à mais ninguém e eu desejei estar na tua mente, ser parte do teu pensar e motivo do teu riso frouxo. Tu destoavas de todas que estavam em volta, destacando-se apenas pela singularidade de ser. O verde, de tua roupa, em contraste com teus cabelos louros, fazia de ti princesa, única, singular. Aonde quer que teus pés te levassem, descobri, meus olhos te seguiam, absortos, como se fosse impossível curtir a vida sem a tua presença notável, sem o teu carisma invejável. Veja só, pequena, tu tornastes carismática por viveres em tua própria bolha, você, apenas esbanjando sorrisos por prazer. Teu tato era cego, devastadoramente encantador. Você em sua própria companhia, distribuindo felicidade, apenas porque esta te transbordava. Teu corpo, miúdo, não fora capaz de conter tudo de riso e de alegria que te tomava parte, que te fazia ser.



Olhei-te. Por todo o tempo que me fora cabível e, pequena, descobri como seria fácil amar você. Como respirar, tranqüilo. Uma necessidade, apenas. Tomei liberdade de me aproximar, meu coração gritando no peito, agonia pura. Te vesti de mim, com um oi sussurrado, ofuscado pelo som alto que te envolvia. Tu sorriste, só, sendo mais música do que até então fora e, virando teu corpo inteiramente para mim, abriste teus olhos azuis da cor do mal e perfurasses minha tranqüilidade, tornando-me todo parte de você. Derreti e me permiti te ser. Voltastes ao teu transe inicial, sorrindo com mais frequência do que seria possível e, sem sequer prévio aviso, aproximastes, beijando-me a bochecha e dizendo-me, no tom da música: agora, somos eu e você.


Permita esbanjar sorrisos bobos por ai ao receber suas confissões em um site barato de relacionamento, porque tu nunca foste mulher de esconder o que pensas...